segunda-feira, 21 de junho de 2010

Capitão

Quando foi nos dado a folha com a história do capitão, a primeira escolha que veio na minha cabeça foi, voltar a trás e esperar que a tempestade passasse.
Mas depois percebi que a melhor opção seria enfrentar a tempestade arriscando o meu barco, a minha tripulação e a carga, mas como a vida é feita de escolhas umas certas e umas más e as vezes temos de tomar decisões que na hora podem parecer um pouco loucas.
Na vida as vezes temos de arriscas, porque como diz o ditado "Quem não arrisca não petisca", ele por si só já fala muito.

E como futuros TAP, temos de estar preparados para essas decisões, porque podemos ter de lidar com uma situação parecida.
ex: Eu vou trabalhar com toxicodependentes, eu sei que eles não vão querer me ouvir, não vão respeitar-me, e se eu for falar com eles com medo ai é que eles não vão respeitar-me, eu tenho de ser firme no que falo e não mostrar medo nem pena, porque ninguém gosta que sentimos pena deles.

Na Areia Branca consegui estabelecer ligações com pessoas diferentes, e pude conhece-las melhor, e percebi que as vezes trabalhar em grupo é melhor que trabalhar sozinha.

Jacqueline Assis Nº11 1ºA

sábado, 12 de junho de 2010

Areia Branca

Exercício sobre capitão

Este foi o momento que exigia mais reflexão de cada elemento do grupo, onde também tínhamos que saber dar a nossa opinião e ouvir a opinião dos outros. No grupo chegamos a conclusão que a escolha certa seria voltar para o porto seguro e esperar que a tempestade passa-se. Na hora achei que está séria a melhor hipótese, mas depois de pensar melhor sobre o assunto achei que a melhor hipótese seria seguir em frente. Até porque já estávamos a meio de uma tempestade voltar para o porto seguro ou seguir em frente íamos estar a correr perigo por isso mais vale enfrentar e chegar ao destino.

Competências de um Técnico de Apoio Psicossocial

O TAP tem como competência promover o desenvolvimento psicossocial do grupo e comunidade no domínio dos cuidados sociais e de saúde e de intervenção social e comunitário.

Areia Branca
A areia branca, 3 dias bem passado onde tivemos a oportunidade de conhecer os alunos da turma B, onde tivemos trocas de experiencia muito boa. Foram 3 dias de que vou me lembrar sempre. Gostei muito do meu grupo de trabalho “LA FAMILIA FLISNSTONE”, das actividades do professor Hélder. Não gostei de acordar tão seda e ainda por cima com o professor a cantar “ MOKAMBO”, ou se calhar gostei do “MOKAMBO”, mas só um pouco, por fim para acabar de reclamar também não gostei de ficar sem o meu telemóvel.

Anilda Gomes, 1ºA Nº 4

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Areia Branca

Na minha opinião é a segunda opção a escolhida, é a opção de esperar que a tempestade acalme em porto seguro. Escolheria essa opção por ter colocado o objectivo e esse objectivo teria de ser concluído até ao final, mais vale atracar em porto seguro do que colocar em riscos desnecessários e podendo não chegar á população do outro lado do oceano.
Neste enredo Técnico Psicossocial é a tripulação, na minha opinião o técnico não pode tomar decisões por o capitão, ou seja, o capitão é a pessoa que quer ser apoiada, essa pessoa toma as decisões e cabe a tripulação, ao Técnico, apoia-lo e mostrar-lhe o caminho certo. O Técnico tem a competência de ouvir, de acompanhar, de apoiar.
Para mim, a Areia Branca teve um balanço bastante positivo, tivemos que trabalhar com pessoas com quem se calhar não nos dávamos bem, tivemos que lidar com feitios e opiniões diferentes de pessoas que por vezes eram o oposto de nós, aprendemos a trabalhar em ambiente diferente com meios diferentes, muitas vezes tivemos que lidar com bastante cansaço, e tudo aquilo que aprendemos foi um bem adquirido.

Joana Santos nº12 1ºB