terça-feira, 27 de julho de 2010

Espaço a Brincar

Estes dois dias, que passamos no "Espaço a Brincar", podemos repara que existem diversas coisas sobre os direitos das crianças que desconhecemos, falo por mim.

Através dos jogos, o do novelo de lã que tinha como objectivo dizer um direito que tivemos na infância, entre outros, deu para compreender e conhecer um pouco mais os meus colegas e os direitos que muitas crianças são negligenciadas.

Senti que nem todos passamos pelo mesmo e que muitas crianças sofrem.

Estes jogos são uma boa forma de dar a entender quer a crianças quer jovens os seus direito de uma forma divertida e dinâmica. Gostei muito destes dois dias, neste espaço pode expandir o meu conhecimento e ao mesmo tempo rir e brincar.

Gostaria no futuro de lá voltar.

Sílvia, 1ºA

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Espaço Brincar

Nesses dois dias em que estive no Espaço a Brincar posso dizer que aprendi algumas coisas muito importantes.
Gostei imenso de todos os jogos que fizemos mas o que mais despertou-me atenção foi o jogo em que tínhamos de escolher uma deficiência e montar um elefante.
O meu grupo escolhemos todos ser cegos, e quando estava-mos a montar disse-mos logo eu faço as pernas eu o corpo e eu a cabeça, mas mesmo assim houve confusão porque quando me disseram "já fiz as pernas pega aqui", eu pensei "aqui?, aqui onde" e comecei a abanar o braço para ver se consegui achar o braço da minha colega.
Gostei muito também foi conhecer mais os direitos das crianças.


Jacqueline Assis 1ºA nº11

segunda-feira, 19 de julho de 2010

espaço a brincar...

Estes dois dias enriqueceram-me bastante em relaçao aos direitos da criança pois pensava que sabia e afinal nao sabia quase nada.
O espaço a brincar é um espaço bastante divertido, colorido onde ao mesmo tenpo se aprende, o jogo que mais gostei foi o da batata pois consegui reconhecer a minha batata logo a primeira.
Foram 2 dias engraçados =)

carlos lucas 1ºB

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Espaço a brincar

Nos dois dias que estive no espaço a brincar, vivi e revivi alguns momentos. Foi uma experiência muito agradável, da qual posso dizer que tirei partido. Gostei imenso dos jogos que fizemos durante as sessões, mas o que me despertou mais a atenção foi o jogo em que cada elemento do grupo tinha de escolher um deficiência e depois montar um elefante.
No espaço a brincar aprendemos alguns direitos das crianças, uma coisa que é essencial para um eventual futuro. As temáticas são muito boas para a população alvo em questão.
Gostei de ambas as tardes, foram tardes bem passadas.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Espaço a Brincar

Nos dois dias das actividas no Espaço a Brincar, apenas fui ao primeiro. Mas, posso dizer que foi uma experiência agradável onde fiquei a perceber e aprendi coisas que desconhecia anteriormente.
Gostei dos jogos, especialmente do jogo da batata, onde teríamos que conhecer a nossa só pelo tacto. São jogos interessantes de onde todos eles podemos tirar alguma "mensagem".
Esta actividade permitiu a todos nós conhecermos um pouco mais sobre os direitos das crianças, e pensar sobre os direitos que nós mesmo não tivemos quando o éramos.
Embora nós não tenhamos tido alguns, existem crianças que não têm mesmo nenhuns!

Rita Rodrigues
1ºA Nº18

Areia Branca

Areia Branca


Capitão

 
Nesta tarefa cada elemento do grupo tinha que saber dar a sua opinião e ouvir a opinião dos outros. No grupo chegamos a conclusão que a escolha certa seria voltar para o porto seguro e esperar que a tempestade passa-se. Eu não achei que seria a melhor hipótese, achei que a melhor hipótese seria seguir em frente, porque já estávamos a meio de uma tempestade e voltar para o porto ou seguir em frente íamos estar a correr perigo na mesma, por isso mais vale arriscar.



Competências de um Técnico de Apoio Psicossocial


 
São os seguintes: Avaliar os problemas, definir as técnicas para intervir, e promover actividades nas comunidades.



Areia Branca

A areia branca, 3 dias em que tivemos a oportunidade de conhecer a turma A melhor, e fazer novas amizades. Estes 3 dias pra mim foram bastante cansativos, mas foram muito divertidos. Aprendi muitas coisas nestes 3 dias, e não me arrependo de ter ido. Por fim para acabar quero dizer que não gostei de ficar sem o meu telemóvel.



ESPAÇO A BRINCAR


Gostei das actividades no Espaço a Brincar, aprendi muitas coisas sobre os direitos da criança, o espaço a brincar tem os artigos da convenção sobre os direitos da criança, distribuidas por 4 salas, cada uma com uma cor, a sala verde - Direitos de Sobrevivência, a sala cor de laranja - Direitos de Proteção, a sala azul - Direitos de Desenvolvimento, e a sala amarela - Direitos de Participação. A Convenção tem 54 artigos. Na 1º secção aprendi algumas coisas sobre os direitos de sobreviência e de proteção. Na segunda secção fizemos um jogo que consistia em escolhermos uma deficência, e depois construir em grupo um elefante, por fim fomos na ultima sala a sala amarela, nesta sala tinhamos que escolher uma imagem que era um não direito e transformamos-a num direito, no final cada um de nós podia escolher se queria falar sobre a sua transformação ou não. Gostei imenso da experiencia.


Daniela Iliuta 1ºB Nº9

quarta-feira, 7 de julho de 2010

"Espaço a Brincar - Uma Viagem pelos Direitos das Crianças"

Nos dois dias em que estive no espaço a brincar aprendi bastante sobre os direitos da criança. Os jogos que fizemos, remeteram-me para o passado. Fez-me pensar em situações que sinceramente numa tinha pensado assim muito, como por exemplo um direito que tive enquanto criança, como também um de que fui privada. Acho que para um curso como este é de grande importância saber os direitos da criança, e poder aprende-los desta forma é bastante inrrequecedor. Gostei bastante de todos os jogos/dinâmicas que lá fizemos, mas sem dúvida que a dinâmica que "mexeu" mais comigo foi aquela em que tinhamos de assumir uma deficiência, o que foi bastante dificil, mas gratificante. Acho deveria de haver mais workshoops deste genero, que tratem outras temáticas;).
Nídia Frutuoso 1ºA Nº17

Areia Branca



Capitão


Em relação a este exercício, a minha opção de inicio foi a 1ª: de o capitão arriscar tudo - a população e a carga, mas com a finalidade de tentar ajudar a população que estava do outro lado há espera.

Todas as hipóteses que tínhamos de escolha eram um dilema, ou seja, havia sempre aspectos positivos e negativos.

Optei assim sempre pela primeira, pois reflecti,para mim foi sempre a que me fez mais sentido, pois na nossa vida temos sempre de fazer opções, temos de arriscar, e enquanto futuros técnicos psicossociais (capitão) teremos sempre de o fazer, pois o nosso objectivo será sempre dar resposta às situações que vão surgindo no nosso caminho/percurso.

Quando "alguém depende do nosso trabalho" e cabe a nós tomar uma decisão, teremos de optar pela que nos faz mais sentido, pois tal como disse, um dilema será sempre.

Fez-me sentido que o capitão arrisca-se tudo, pondo a sua vida e de toda a tripulação em risco, tal como a carga, porque se não o fizer nunca saberia de todo o que poderia acontecer, seria sempre uma incógnita, mas se o objectivo era chegar ao outro lado e ajudar a população, então no meu ponto de vista em relação às outras opções, esta era a que me fazia e continia a fazer mais sentido, sem dúvida arriscar tudo.



Competências de um "TAP"


Um TAP, deve ter competências: saber identificar, diagnosticar analisar e avaliar diferentes dominios e contextos, situações, problemas e comportamentos sobre os quais seja necessário intervir; planear, organizar, desenvolver e avaliar programas, projectos, acções e actividades que dêem resposta às necessidades diagnosticadas; definir estratégias, métodos e técnicas de intervenção face a cada situação diagnosticada;

Estas são apenas algumas das competências que acho pertinente referir.

Em relação ao trabalho de grupo, sem dúvida tivemos de ter algumas estratégias/competências (que referi assima) para concretizar o que era pedido e chegar aos objectivos.



Areia Branca


Em relação a tudo o que vive na areia branca, sem dúvida relebrarme-ei, como uma experiÊncia inexquécivel e erriquecedora. Naqueles três dias obtive aprendizagens de uma forma única. O ter de trabalhar em grupo com elementos de outra turma, tornou-se muito irrequecedor. Tudo o que lá foi partilhado e vivido fez-me pensar muito e crescer um pouco enquanto pessoa. Sem dúvida muito gratificante. Não há palavras para descrever, simplesmente quem vive a experiência da areia branca sabe o que a comporta.


Nídia Frutuoso 1ºA Nº17

Areia Branca !

De facto uma experiência inédita, da qual memórias e vivências permaneceram entre todos os que lá estiveram. O tempo que passamos juntos, a conhecer-nos melhor uns aos outros, as partidas que nos faziam rir, tudo isso foi maravilhoso.
Relativamente ao dilema que nos foi posto neste fim-de-semana de descobertas, eu escolheria a hipótese de seguir em frente, contra a tempestade, pois estou seguro de que sou um bom Capitão e marinheiro e conseguiria sobreviver a essa tempestade.
Este dilema enquadra-se um pouco nas comptências de um TAP, pois futuramente iremos encontrar muitas tempestades na nossa profissão, e se queremos mesmo ajudar alguem temos de lutar contra essa tempestade, pois são obstáculos suportáveis e inferiores a força de vontade que esta dentro de cada um de nós.
Tenho a acrescentar que gostei bastante da Areia Branca, e proponho que para o ano voltemos lá outravez, ahahah
Rodrigo 1ºA

terça-feira, 6 de julho de 2010

Espaço a Brincar

Nos dois dias que estive no espaço a brincar senti-me bem. Não sabia quantos eram os direitos das crianças e o que realmente eram. Senti que existem muitas crianças que não têm direitos nenhuns e isso faz me bastante confusão pois eu sempre tive direito a tudo e não me posso queixar porque nunca me faltou nada, agora se eu pude ter tudo porque é que existem crianças que não o podem ter. Se umas crianças podem ter, devem ter todas. Os direitos são iguais para todas as crianças e muitas vezes não são respeitados. Cada actividade que fiz em cada uma das salas eram importântes pois cada uma dizia respeito a uma categoria os direitos de sobrevivência, protecção, participação e desenvolvimento.


Importância para o futuro profissional enquanto Técnico de Apoio Psicossocial


Achei bastante importante esta formação pois o nosso futuro vão ser crianças que por algum motivo lhes faltou algum destes direitos e nós devemos saber como lidar com elas. E como técnicos devemos conhecer os seus direitos. As actividades foram bastante boas pois podemos aplicá-las com essas mesmas crianças e são actividades bastante interessantes.

Gostei de estar no espaço a brincar pois aprendi o que são realmente os direitos das crianças.


Inês Pereira nº11 1ºB

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Espaço A Brincar

O que senti …

Nas actividades realizados no espaço a brincar senti muitas coisas. Alguma das actividades realizados levou me ao passado, lembrei me de coisas que já estavam esquecidas, ou guardadas (como um direito que não tivemos em criança), lá também pode aprender a dar valor as coisas que se calhar por serem pequenas passa-nos um bocado ao lado e não damos tanta importância naquele momento. Mas ao paramos para pensar vemos que não está certo, que é desigual, desumano, como um simples direito a comida, protecção. Algo que muitas crianças não tem. O sentimento que sinto sempre sobre essas situações é revolta porque não acho justo uma criança não ter os mesmo direito que as outras por uma questão de geografia. Os direitos deviam ser iguais para todos.
Se uma criança tem direito a ter uma casa, comida, direito a protecção, aos cuidados de saúde, até a fazer “birra”as outras também devem ter.

No espaço a brincar tive a oportunidade de adquirir mas conhecimento e em parte lembrar de acontecimentos passados. Nas actividades que fizemos nas 4 salas gostei de todas tudo dizia-me algo à protecção, sobrevivência, desenvolvimento e participação.


A importante dessa formação para o futuro profissional enquanto Técnicos de Apoio Psicossocial

Enquanto futuro Técnico de Apoio Psicossocial temos o dever de conhecer os direitos das crianças para podermos fazer valer os seus direitos. Ao conhecermos os seus direitos vamos poder lutar para o seu benefício e dar a conhecer aos outros os direitos. Todos devem ter conhecimento sobre esses direitos.

FIM! Gostei muito do espaço a brincar e das técnicas que nos acompanharam.
Anilda Gomes 1ºA

Espaço A Brincar - “Uma Viagem pelos Direitos da Criança”

No dia 29 de Junho e 1 de Julho dirijimo-nos ao Espaço a Brincar para nos ser dado a conhecer a Convenção sobre os Direitos das Crianças e para trabalharmos um pouco sobre isso. Falamos da sobrevivencia das crianças, dos seus direitos á protecção, do seu desenvolvimento e do directo de participação que cada criança tem. Nenhum de nós sabia aquilo que nos esperava nem aquilo que iamos fazer apenas sabiamos que iamos encarnar o papel de crianças naquela altura, o facto de termos feito jogos tal como eles despertou a criança que há em nós, o facto de nós termos tido direito a alguma das coisas que certas crianças nunca tiveram e de todos nós ter-mos tido uma infançia diferente fez com que cada um de nós sentisse esta experiencia de maneira diferente e que cada um tivesse as suas emoções mas todos aprendemos da mesma maneira e agora já estamos mais alertados para os Direitos das crianças.
Para mim as melhores actividades foram a do elefante porque nos ajudou a colocar no lugar do outro e ver-mos as dificuldades que existem, e a actividade da transformação da imagem porque muitas das vezes nós podemos alterar algumas coisas á nossa volta tal como alteramos aquela imagem, alguns de nós colocaram pessoas orfãs com familias, outras alteraram a tristeza de crianças para crianças sorridentes.
Para concluir, gostei bastante da visita pois é importante para a nossa formação para conseguirmos explicar aos outros os Direitos das crianças, que muitas vezes não são respeitados.
Joana Santos

domingo, 4 de julho de 2010

Espaço a Brincar

Boa tarde.
Tivemos uma actividade no espaço a brincar em Lisboa e agora vim dar a minha opinião. Gostei muito desta actividade que, na minha opinião, é bastante importante para o nosso curso, pois como Técnicos de Apoio Psicossocial temos o dever de conhecer os principais direitos das crianças já que muitos de nós, no futuro, vão trabalhar com crianças e é necessário sabermos dos direitos das mesmas para assim podermos protegê-las e mesmo para informar outras pessoas sobre estes direitos, porque não só os tecnicos deviam saber dos direitos das crianças mas todas as pessoas independentemente da profissão.
Os direitos das crianças estão divididos por 4 categorias: sobrevivência, protecção, desenvolvimento e participação.
Cada sala das 4 categorias tinha uma cor, verde para sobrevivência, laranja para protecção, azul para o desenvolvimento e amarelo para a participação.
De todas as actividades as que mais gostei foi a actividade do elefante e a actividade do coração.
A actividade do elefante, na minha opinião, é extremamente importante para dar-mos valor a duas coisas: ao trabalho de grupo e, no meu caso, a visão. A actividade começava com 3 elementos que se juntavam. De seguida tinhamos de escolher se queriamos ficar sem ver, sem ouvir ou sem falar. Eu e os elementos do meu grupo escolhemos não ver. Ai foi bastante interessante porque conseguimos dividir tarefas e fazer um elefante no tempo pedido. Quando fomos repetir a mesma actividade mas já com a visão discutimos mais e o elefante não ficou tão bem feito mesmo com a visão.
A actividade do coração para mim simboliza a amizade, e demostra a todos que não existe só defeitos mas sim muitas qualidades e que todos as temos. A actividade começava com cada aluno a fazer um coração, à sua vontade, e decorá-lo como quiser. Atrás tinha que colocar o nome.
Depois juntavam-se os corações todos e cada aluno tinha que tirar um coraçao que não fosse o seu. Quando o aluno tirava o coração tinha que ver de quem era e de seguida escrever quatro qualidades dessa pessoa. Acho que é uma actividade bastante boa porque conseguimos “ ver com outros olhos” o que os outros pensam de nós.
Por fim gostei muito de todas as actividades e das técnicas que foram sempre muito simpaticas, amáveis e pacientes para nós.
Sara Bento 1ºA nº20

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Continuação sobre a formaçao no espaço a brincar

Na formação no espaço a brincar senti medo , senti curiosidade sobre saber até onde está formação ia. Está formação para o futuro como Técnico de Apoio Psicossocial é importante porque com ela ficamos a fazer mais sobre os direitos que as crianças tem e aprendemos formas de os aplicar e explicar.
Ana Gaspar

Areia Branca

Capitão:

A minha decisão como Capitão foi esperar que a tempestade passa-se e depois avança.
Se o barco avança-se podíamos perder a carga e o mais essencial que é a tripulação pois um barco inclui toda a tripulação sem eles o barco não anda, cada um tem um papel fundamental, todos são importantes.

As competências de um Técnico de Apoio Psicossocial são as seguintes:

- Avaliar os problemas, definir as técnicas para intervir e promover actividades nas comunidades.

Areia Branca

Foi uma grande experiência ficamos a conhecer melhor cada pessoas do grupo.
Também gostei de trabalhar na praia pois havia um ambiente agradável.



Bom dia a todos

As mensagens para o Blog devem ser sobre o que sentiram e não sobre o que fizeram. A seguir devem escrever sobre em que medida esta formação foi importante para o futuro profissional enquanto Técnicos de Apoio Psicossocial.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Espaço A Brincar - Actividade de Animação ASC

Gostei bastante das actividades no Espaço a Brincar, aprendi algumas coisas sobre os Direitos da Criança nas duas sessões. O espaço a brincar tem os artigos da Convenção sobre os Direitos da Criança distribuidos por quatro salas cada uma com uma cor, a sala verde - direitos de sobrevivência, a sala cor de laranja - direitos de protecção, a sala azul - direitos de desenvolvimento e por fim a sala amarela- direitos de participação; a Convecção tem 54 artigos e "Criança é todo o ser humano menor de 18 anos". Na 1º secção aprendi sobre os direitos de sobrevivência que estavam na sala verde e que são o direito a vida, a um nome, a ser educado pelos pais, a ter cuidadados médicos, ter acesso a medicamentos e a um nível de vida digno.E sobre os direitos de protecção situados na sala cor de laranja que são o direito a privacidade, a ser protegido contra maus tratos, violência, a ser protegido contra o consumo e tráfigo de drogas, contra abusos sexuais, em situação de guerra; nesta primeira sessão fizemos tambem no inicio um jogo para nos apresentar mos. Na 2º sessão fomos para as restantes duas salas a azul que é sobre os direitos de desenvolvimento como o direito de brincar, à educação, a cuidados espaciais caso tenha alguma incapacidade, nesta sala fizemos um jogo que me cativou muito que consistia em escolhermos uma deficiência ( cego, maneta, surgo, mudo) e depois em grupo fazermos um elefante, gostei deste jogo porque a deficiência que escolhi foi ser cega e senti muita dificuldade, sinti medo ; por fim fomos para a sala amarela que era onde estavam os direitos a participação isto é o direito à liberdade de expressão, a dar a minha opinião nesta sala escolhemos uma imagem que era um não direito e transformamos -a em um direito, pintando -a , fazendo recortes e no final quem quiz falou sobre a sua imagem.
Ana Gaspar