Capitão
Na minha opinião, de todas as tarefas esta deve ter sido a mais difícil, pois exigia muita reflexão de cada elemento e serviu também para aceitarmos melhor as críticas dos nossos colegas e sabermos respeitar a opinião de cada um, pois cada um tem a sua opinião e no meu grupo haviam opiniões muito diferentes que foram discutidas e repensadas e quem ‘apostou’ na primeira hipótese mais tarde mudou para a segunda, ou vice-versa, embora existissem elementos que não tivessem mudado de opinião. Como foi discutido pelo 1ºano com o professor Hélder, como Técnicos de Apoio Psicossocial somos um pouco de tudo. Ao princípio pensava que o melhor era seguir viagem, mesmo sem saber se iríamos chegar ou não ao pé das pessoas que necessitavam da carga que transportávamos, mais tarde hesitei em mudar para a hipótese em que o capitão voltava para porto seguro com a sua tripulação e a carga, mesmo sem saber quanto tempo iria demorar a tempestade, já que haviam pessoas a precisar da carga que eles transportavam, mas como quem não arrisca não petisca, decidi não mudar a minha opinião, pois há muitas escolhas que têm de ser feitas na vida e se eu estivesse no lugar do capitão teria seguido em frente, com a tripulação e a carga, mesmo estando sujeitos a perder tudo, pois os TAP têm o dever de ajudar os outros (mesmo que isso passe por arriscarem-se a perder tudo) e ultrapassar todos os obstáculos que se oponham no seu caminho.
Competências de um TAP
O Técnico de Apoio Psicossocial tem como competências avaliar os problemas de uma comunidade e arranjar mais que uma solução e pôr em prática essa solução. Tem como dever ajudar o outro, mais do que qualquer outro cidadão, mesmo que apareçam obstáculos como na tarefa do capitão.
Areia Branca
Foi uma nova e inesquecível experiência, foram três dias bem passados onde convivemos e conhecemos melhor os alunos da turma B, se não fossem estes três dias e os grupos mistos secalhar não aconteceria. Tivémos tarefas complicadas, mas possíveis de serem realizadas com a colaboração de todos. Gostei do meu grupo, éramos todos muito diferentes, por vezes não nos entendíamos e discordávamos uns com os outros, acabávamos por nos entender e conseguir realizar as tarefas a tempo de serem apresentadas. O que menos gostei foi estar sem o telemóvel e o que mais gostei foi acordar com o stôr Hélder a cantar, não podia ser melhor.
Rita Fernandes, 1ºA
domingo, 30 de maio de 2010
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